De facto não se pode estar descansado. E eu que nem sou uma figura pública.
Não pode uma pessoa dar-se melhor com alguém que há logo alguém a dizer que aquelas duas pessoas têm uma relação de namoro ou assim.
No meu caso, ao que parece, já tive dois namorados nos últimos tempos, quem diria.
Apenas sou um bom amigo, nada mais, nem sequer amizades coloridas existiram ou vão existir. Mas tanto os amigos de um, como os do outro, lá porque nos encontramos muitas vezes, nos consideram como namorados.
Eu de momento quero é viver a minha vida. Já cheguei a essa conclusão: que se por enquanto não surgir alguém, tento ser feliz à minha maneira, mesmo que sozinho. E é por isso que por vezes vou jantar fora sozinho, vou ao cinema sozinho. Quero aproveitar a minha vida ao máximo e saber que estou a viver e aproveitar as coisas boas da vida. Algumas acontecimentos/coisas despertaram-me esta atitude recentemente. A morte de um parente no ano passado, o filme "PS: I love you" e a recente notícia de uma amiga de um amigo meu que lhe dão pouco tempo de vida. Sim, sorrio todas as manhãs ao Sol que de manhã apanho no comboio, sim tiro prazer de tudo o que como e gosto, sim, tudo porque felizmente estou vivo.
E quanto a namoros, se tiver que acontecer, acontece. Por vezes há pessoas que se cruzam connosco que nos fazem bater um pouco o coração e levar a imaginar um futuro a dois. Mas é certo que se não der, não dá. Tenta-se investir, mas não desesperar.
Amanhã é sempre mais um dia...
domingo, 23 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Ausência justificada - I'm back
Peço desculpa a todos por me ter ausentado, durante a última semana, da blogoesfera. Mas a culpa não foi minha. Estive sem Internet em casa e no emprego a maioria dos sites (incluindo os blogs) são de acesso restrito.
Foi uma semana de desespero sem poder visitar blogues que tanto gosto, bem como de "postar" (para alguns até se calhar foi um alívio, imagino, nomeadamente para um tal de anónimo, enfim).
Quanto à net, lá voltou, isto depois de ter que me chatear bastante com a empresa em questão. O que me valeu é que fiquei com todas as condições que antes tinha e com um tarifário mais barato em 10 euros mensais. Isto porque até ameacei anular o serviço porque eles não resolviam o problema que me criaram no servidor local (ao que entendi pelas desculpas deles). Bom, mas tudo acabou bem e eles lá fizeram-me esta proposta pelo incómodo causado.
Portanto, voltei e em breve a ver se retomo os meus posts e claro, visito outros blogues e deixo os meus comentários.
Até breve
Tales
Foi uma semana de desespero sem poder visitar blogues que tanto gosto, bem como de "postar" (para alguns até se calhar foi um alívio, imagino, nomeadamente para um tal de anónimo, enfim).
Quanto à net, lá voltou, isto depois de ter que me chatear bastante com a empresa em questão. O que me valeu é que fiquei com todas as condições que antes tinha e com um tarifário mais barato em 10 euros mensais. Isto porque até ameacei anular o serviço porque eles não resolviam o problema que me criaram no servidor local (ao que entendi pelas desculpas deles). Bom, mas tudo acabou bem e eles lá fizeram-me esta proposta pelo incómodo causado.
Portanto, voltei e em breve a ver se retomo os meus posts e claro, visito outros blogues e deixo os meus comentários.
Até breve
Tales
quinta-feira, 6 de março de 2008
Step by step
E eis que aconteceu o esperado. Hoje chamaram-me e deram-me os parabéns. Fui promovido, fui eu quem fiquei com a posição à qual me chamaram para candidatar. Sim estou deveras contente e entusiasmado com o novo lugar, mas um pouco triste pela minha colega. Ela merecia-o bem mais que eu e não é apenas uma prova escrita que deveria ser o factor da escolha.
Disseram-me que a minha prova estava óptima, muito melhor que a dela, e que sou pró-activo, não gosto de tempos mortos e estar parado. E que sou assíduo e pontual. E que gostaram do meu texto, que escrevo bem (eu sei que o faço melhor quando tenho mais tempo, ao contrário por vezes dos textos que publico aqui) e que só agora ao reverem o meu currículo perceberam que já trabalhei em jornalismo, daí possívelmente o meu gosto pela redacção e escrita. Eu próprio sei que tenho dias e possivelmente o dia da prova foi um desses mesmo. Mas sinto pena da minha colega.
Quanto à esta nova posição tem coisas boas e más. Para já não fico vinculado à empresa, mas estou com um contrato mais estável, a ganhar mais, incluindo um extra devido ao meu horário. Pois é, agora vou trabalhar até ao final da noite. E as férias, essas, acho que também vão ser adiadas. Mas foi a oportunidade que me ofereceram e tenho que a aproveitar e mostrar que a mereço e dar o meu melhor.
Além do mais sempre ouvi dizer na empresa que é uma sorte conseguir ir trabalhar para aquele departamento, quer pelo trabalho, colegas e chefias que nos tratam como um igual. Vou mesmo tentar dar o meu melhor.
Aguardam-se novos episódios...
Disseram-me que a minha prova estava óptima, muito melhor que a dela, e que sou pró-activo, não gosto de tempos mortos e estar parado. E que sou assíduo e pontual. E que gostaram do meu texto, que escrevo bem (eu sei que o faço melhor quando tenho mais tempo, ao contrário por vezes dos textos que publico aqui) e que só agora ao reverem o meu currículo perceberam que já trabalhei em jornalismo, daí possívelmente o meu gosto pela redacção e escrita. Eu próprio sei que tenho dias e possivelmente o dia da prova foi um desses mesmo. Mas sinto pena da minha colega.
Quanto à esta nova posição tem coisas boas e más. Para já não fico vinculado à empresa, mas estou com um contrato mais estável, a ganhar mais, incluindo um extra devido ao meu horário. Pois é, agora vou trabalhar até ao final da noite. E as férias, essas, acho que também vão ser adiadas. Mas foi a oportunidade que me ofereceram e tenho que a aproveitar e mostrar que a mereço e dar o meu melhor.
Além do mais sempre ouvi dizer na empresa que é uma sorte conseguir ir trabalhar para aquele departamento, quer pelo trabalho, colegas e chefias que nos tratam como um igual. Vou mesmo tentar dar o meu melhor.
Aguardam-se novos episódios...
terça-feira, 4 de março de 2008
Dilemas, dúvidas e ansiedade
Na passada sexta-feira, fui chamado pela minha supervisora que me informou que a responsável dos Recursos Humanos da mina empresa queria falar comigo.
Lá fui, estivemos à conversa numa espécie de entrevista informal, onde segundo ela própria, quis me conhecer. Perguntou sobre a minha experiência profissional até ter chegado à empresa, a minha formação académica, se já me sinto mais à vontade no trabalho, quais as minhas expectativas, em que áreas da companhia gostaria de trabalhar se tivesse essa oportunidade, o que mais gostava e menos gostava no trabalho e sugestões do que poderiamos alterar. Fui o mais sincero possível e respondi a tudo o que me foi perguntado e ao que parece gostou da minha sinceridade (mesmo das críticas e sugestões que fiz).
Resultado? Sem antever tal situação, a minha supervisora ao final do dia avisa-me para rever, durante o fim-de-semana, todos os procedimentos que eu faço ano emprego, isto porque na segunda-feira iria prestar uma prova prática juntamente com uma colega minha, para ver quem ficava com uma vaga que abriu na empresa.
Ora, por um lado fiquei super contente com esta situação, mas por outro triste. E assim vou ficar, seja qual for o final deste episódio. Se não for eu a conseguir esta posição ficarei triste é certo, mas feliz porque a minha colega merece há muito esta oportunidade. Sei do que falo pois é uma das colegas com quem me dou melhor, super profissional, sempre pronta para ajudar os mais novos e inexperientes e não se gaba disso em frente às chefias, ao contrário de colegas meus.
Já se for eu a conseguir o lugar vou ficar contente, mas triste por não ser ela, isto porque a minha colega, tal como já referi, é super profissional, já está há 2 anos na empresa (e eu apenas desde Novembro passado) e é de facto um às naquilo que faz. Mas contou-me que em tempos ficou "queimada" por discussões que chegou a ter com superiores derivado a certas condições de trabalho e que por isso nunca lhe quiseram dar grandes oportunidades. Também eu por vezes me apetece resmungar com tudo e todos derivado às falhas e lentidão dos sistemas com que trabalhamos, mas já percebi que não convém fazê-lo porque senão ficamos mal vistos. Tretas...
É certo que num desabafo e ainda não sabendo a minha colega que ia também ser chamada para a prova (porque nem a quiseram avisar na sexta, apenas ontem), disse à minha supervisora com quem tenho mais proximidade, que seria muito mais lógico e justo dar aquela vaga à minha colega, que o merece bem mais que eu, por aquilo que já deu à empresa e pela experiência que tem. Resposta da minha supervisora: "Não é uma questão de experiência, mas sim de perfil/personalidade". Bom, palavras para quê?
Mas esta situação deixa-me sem dúvida ansioso e em baixo, certamente devido a uma espécie de trauma que tenho. Faz em Maio 2 anos que após várias provas, eu consegui um estágio profissional remunerado na função pública, durante um ano. Claro que fiquei contente. Mas fiquei também triste, isto porque a minha irmã também se tinha candidatado e até teve melhor nota final que eu, mas devido a um erro do Centro de Emprego e Formação Profissional e não dela, foi excluída e acabou por não obter o estágio. Imaginem como fiquei.... e por isso imaginem como me ando a sentir agora.
É verdade que não é ninguém da minha família, mas sim uma nova amiga, mas fez-me lembrar esta situação desconfortável do passado.
Conclusão: Às vezes o mundo não é nada justo. Mas vamos esperar para ver o que acontece.
Lá fui, estivemos à conversa numa espécie de entrevista informal, onde segundo ela própria, quis me conhecer. Perguntou sobre a minha experiência profissional até ter chegado à empresa, a minha formação académica, se já me sinto mais à vontade no trabalho, quais as minhas expectativas, em que áreas da companhia gostaria de trabalhar se tivesse essa oportunidade, o que mais gostava e menos gostava no trabalho e sugestões do que poderiamos alterar. Fui o mais sincero possível e respondi a tudo o que me foi perguntado e ao que parece gostou da minha sinceridade (mesmo das críticas e sugestões que fiz).
Resultado? Sem antever tal situação, a minha supervisora ao final do dia avisa-me para rever, durante o fim-de-semana, todos os procedimentos que eu faço ano emprego, isto porque na segunda-feira iria prestar uma prova prática juntamente com uma colega minha, para ver quem ficava com uma vaga que abriu na empresa.
Ora, por um lado fiquei super contente com esta situação, mas por outro triste. E assim vou ficar, seja qual for o final deste episódio. Se não for eu a conseguir esta posição ficarei triste é certo, mas feliz porque a minha colega merece há muito esta oportunidade. Sei do que falo pois é uma das colegas com quem me dou melhor, super profissional, sempre pronta para ajudar os mais novos e inexperientes e não se gaba disso em frente às chefias, ao contrário de colegas meus.
Já se for eu a conseguir o lugar vou ficar contente, mas triste por não ser ela, isto porque a minha colega, tal como já referi, é super profissional, já está há 2 anos na empresa (e eu apenas desde Novembro passado) e é de facto um às naquilo que faz. Mas contou-me que em tempos ficou "queimada" por discussões que chegou a ter com superiores derivado a certas condições de trabalho e que por isso nunca lhe quiseram dar grandes oportunidades. Também eu por vezes me apetece resmungar com tudo e todos derivado às falhas e lentidão dos sistemas com que trabalhamos, mas já percebi que não convém fazê-lo porque senão ficamos mal vistos. Tretas...
É certo que num desabafo e ainda não sabendo a minha colega que ia também ser chamada para a prova (porque nem a quiseram avisar na sexta, apenas ontem), disse à minha supervisora com quem tenho mais proximidade, que seria muito mais lógico e justo dar aquela vaga à minha colega, que o merece bem mais que eu, por aquilo que já deu à empresa e pela experiência que tem. Resposta da minha supervisora: "Não é uma questão de experiência, mas sim de perfil/personalidade". Bom, palavras para quê?
Mas esta situação deixa-me sem dúvida ansioso e em baixo, certamente devido a uma espécie de trauma que tenho. Faz em Maio 2 anos que após várias provas, eu consegui um estágio profissional remunerado na função pública, durante um ano. Claro que fiquei contente. Mas fiquei também triste, isto porque a minha irmã também se tinha candidatado e até teve melhor nota final que eu, mas devido a um erro do Centro de Emprego e Formação Profissional e não dela, foi excluída e acabou por não obter o estágio. Imaginem como fiquei.... e por isso imaginem como me ando a sentir agora.
É verdade que não é ninguém da minha família, mas sim uma nova amiga, mas fez-me lembrar esta situação desconfortável do passado.
Conclusão: Às vezes o mundo não é nada justo. Mas vamos esperar para ver o que acontece.
segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Fim-de-semana de arromba
Este fim-de-semana foi óptimo. Tal como eu estava a precisar.
Na sexta-feira lá fui matar saudades ao japonês com um amigo. Comi que me fartei. Mas ao que me parece não fico enjoado com aquilo, mesmo hoje à noite apetecia-me frango grelhado à moda deles e sashimi de salmão.
Depois fui ter com um grupo de amigos ao Bairro Alto e a noite acabou no Maria Lisboa. Ao contrário das sextas-feiras comuns no Maria Lisboa, desta vez havia uma festa qualquer, o que deu mais animo ao espaço e com melhor música. Dancei que me fartei... cheguei a casa eram 7h00.
Já no Sábado, a convite do X e F do Comyxtura, lá fui até Lisboa ao jantar do 3º aniversário do blog deles. Ao chegar à capital juntei-me a 2 amigos e tivemos a beber um café e a fazer tempo até à hora do jantar. Depois lá nos dirigimos ao ponto de encontro e conhecemos caras novas de outros blogues e demos os parabéns aos donos do "estaminé". Foi uma noite bem passada, com um jantar cheio de conversa e partilha de experiências, que prosseguiu noite fora já num bar do Bairro Alto. Adorei a noite de ontem, rapazes. Obrigado pelo convite. E adorei também conhecer alguns outros bloguistas, nomeadamente o Paulo e o Zé, bem como o Pinguim (que espero vir a conhecer melhor numa próxima oportunidade).
Como se não bastasse a folia, antes de cada um ir ao seu leito, ainda houve mais um tempinho de ir comprar uns bolos e ficar na cavaqueira no Miradouro da Senhora do Monte, isto com mais um amigo que entretanto se juntou ao grupo. Digamos que voltei a distrair-me nas horas e cheguei a casa novamente eram... 7 da manhã.
Mas foi bom para descontrair. Eu pelo menos senti isso. Espero haver mais momentos assim.
Uma vez mais OBRIGADO A TODOS!!!
Na sexta-feira lá fui matar saudades ao japonês com um amigo. Comi que me fartei. Mas ao que me parece não fico enjoado com aquilo, mesmo hoje à noite apetecia-me frango grelhado à moda deles e sashimi de salmão.
Depois fui ter com um grupo de amigos ao Bairro Alto e a noite acabou no Maria Lisboa. Ao contrário das sextas-feiras comuns no Maria Lisboa, desta vez havia uma festa qualquer, o que deu mais animo ao espaço e com melhor música. Dancei que me fartei... cheguei a casa eram 7h00.
Já no Sábado, a convite do X e F do Comyxtura, lá fui até Lisboa ao jantar do 3º aniversário do blog deles. Ao chegar à capital juntei-me a 2 amigos e tivemos a beber um café e a fazer tempo até à hora do jantar. Depois lá nos dirigimos ao ponto de encontro e conhecemos caras novas de outros blogues e demos os parabéns aos donos do "estaminé". Foi uma noite bem passada, com um jantar cheio de conversa e partilha de experiências, que prosseguiu noite fora já num bar do Bairro Alto. Adorei a noite de ontem, rapazes. Obrigado pelo convite. E adorei também conhecer alguns outros bloguistas, nomeadamente o Paulo e o Zé, bem como o Pinguim (que espero vir a conhecer melhor numa próxima oportunidade).
Como se não bastasse a folia, antes de cada um ir ao seu leito, ainda houve mais um tempinho de ir comprar uns bolos e ficar na cavaqueira no Miradouro da Senhora do Monte, isto com mais um amigo que entretanto se juntou ao grupo. Digamos que voltei a distrair-me nas horas e cheguei a casa novamente eram... 7 da manhã.
Mas foi bom para descontrair. Eu pelo menos senti isso. Espero haver mais momentos assim.
Uma vez mais OBRIGADO A TODOS!!!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
PS: I Love You
E segunda-feira lá fui ao cinema. Sozinho, mas fui. Mas valeu muito a pena. Confesso que este filme é um pouco lamechas, houve partes em fiquei um pouco triste. Mas em outras ri-me com as situações vividas pelas personagens e outras houve em que me deu para pensar na vida, nomeadamente no fim. Pensar como é bom estar vivo, aproveitar as oportunidades que a vida dá e ainda vai dar. Não sei bem porque, julgo que em certa medida por causa desta película, esta semana durante as minhas viagens pendulares casa-trabalho-casa, abstraia-me muito, punha-me a ver as paisagens, a pensar na vida e que se certos ciclos terminaram, outros porém estão para vir.Voltando ao filme, não digo que é uma obra prima, mas adorei. Com um elenco fantástico, a maioria dos actores bem conhecidos de filmes e séries televisivas, cenários deslumbrantes (cada vez mais estou com vontade de visitar a Irlanda), banda sonora excelente (incluindo o tema "Fairytale of New York") e como referi dá para rir, ficar mais triste, pensar, sonhar. E além de tudo isto tem um final inesperado, não só pela revelação de uma das personagens, mas.... bom, não conto mais. Vá, ide... ide ver o filme.
PS do PS:I Love You: Ia me esquecendo de dizer que os actores que entram são lindos e andam de peito e rabo à mostra... quem me dera ter um irlandês assim. É agora que vou emigrar.
Lavar as vistas
Esta semana não me posso queixar no que respeita a lavar as vistas.
Na segunda-feira passada, no meu emprego, tivemos a visita de 2 colegas da delegação do Porto que vieram ver como se trabalha cá em baixo na capital. Ora bem, reconheci este casalito porque todos os funcionários têm uma ficha pessoal na intranet e vi logo quem eram, nomeadamente ele porque é de facto muito giro. Mas ao longo do dia, nomeadamente da parte da manhã, também me apercebi que ele também se apercebeu da minha pessoa, porque do sítio de onde ele estava a "estagiar", eu ficava de costas para ele e cada vez que eu me virava ou levantava para tratar de algum assunto, via que também me olhava. Mas enfim, uma vez mais a timidez é algo que me ataca e não meti conversa com ele.
A par disso, desde o final da semana passada, tenho colegas novos que entraram em formação, um deles que pelo ar delicado também só pode ser sindicalizado, mas é muito novinho para o meu gosto e um outro pelas minhas idades, giríssimo, alto, mais entrocado e de cabelo rapado, mas julgo que joga no outro campeonato. É pena, muita mesmo, mas pode ser que me "ofereçam" o moço como afilhado. Isso sim, seria uma boa ideia. Mas pronto, foi uma semana interessante em que os momentos de pausa sempre foram ocupados com uma lavagem aos olhos fora do comum.
Na segunda-feira passada, no meu emprego, tivemos a visita de 2 colegas da delegação do Porto que vieram ver como se trabalha cá em baixo na capital. Ora bem, reconheci este casalito porque todos os funcionários têm uma ficha pessoal na intranet e vi logo quem eram, nomeadamente ele porque é de facto muito giro. Mas ao longo do dia, nomeadamente da parte da manhã, também me apercebi que ele também se apercebeu da minha pessoa, porque do sítio de onde ele estava a "estagiar", eu ficava de costas para ele e cada vez que eu me virava ou levantava para tratar de algum assunto, via que também me olhava. Mas enfim, uma vez mais a timidez é algo que me ataca e não meti conversa com ele.
A par disso, desde o final da semana passada, tenho colegas novos que entraram em formação, um deles que pelo ar delicado também só pode ser sindicalizado, mas é muito novinho para o meu gosto e um outro pelas minhas idades, giríssimo, alto, mais entrocado e de cabelo rapado, mas julgo que joga no outro campeonato. É pena, muita mesmo, mas pode ser que me "ofereçam" o moço como afilhado. Isso sim, seria uma boa ideia. Mas pronto, foi uma semana interessante em que os momentos de pausa sempre foram ocupados com uma lavagem aos olhos fora do comum.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Cabeça no ar... e ao ar
Quem me conhece, já se apercebeu o quanto por vezes sou distraído. E se em certas situações até dá jeito, outras nem tanto.
Uma das minhas últimas distracções custou-me algo que adquiri há uns mesitos e não o voltarei a ver.... Snif, snif: o meu boné.
Já sei, até podem dizer "chapéus há muitos, meu palerma", mas o facto é que não é bem assim. Não sou muito de usar bonés, mas há uns tempos deu-me uma pancada que queria comprar um e não encontrava nenhum que gostasse. Não é que eu seja muito esquisito com roupa, etc, mas o facto é que a maioria dos bonés que vejo não me ficam bem e muitas vezes têm logotipos horríveis, ou letras e desenhos estampados, muito na onda da malta do hip-hop e assim que não gosto. Aquele não, era um simples boné de flanela preto, liso, sem estampados, que me ficava bem e que agora me daria muito jeito. Tal como já referi em posts anteriors, cortei recentemente o cabelo curtinho e com o frio que está, o boné sempre aquecia-me a cabeça e orelhas. E agora "rien". Enfim, lá o perdi em Lisboa, na zona do Oriente, certamente caíu-me do bolso do casaco de ganga e só depois no comboio dei conta. Já o mesmo se passou há uns meses no parque de estacionamento do Vasco da Gama, onde perdi um cachecol oferecido pela minha irmã. Tinha-o deixado de pendura na alsa da mala e quando dei conta, não o vi mais. Que desatino e pior que tudo, que frio que ando agora a rapar até encontrar um novo boné que eu goste.
:( Alguém o viu??
Uma das minhas últimas distracções custou-me algo que adquiri há uns mesitos e não o voltarei a ver.... Snif, snif: o meu boné.
Já sei, até podem dizer "chapéus há muitos, meu palerma", mas o facto é que não é bem assim. Não sou muito de usar bonés, mas há uns tempos deu-me uma pancada que queria comprar um e não encontrava nenhum que gostasse. Não é que eu seja muito esquisito com roupa, etc, mas o facto é que a maioria dos bonés que vejo não me ficam bem e muitas vezes têm logotipos horríveis, ou letras e desenhos estampados, muito na onda da malta do hip-hop e assim que não gosto. Aquele não, era um simples boné de flanela preto, liso, sem estampados, que me ficava bem e que agora me daria muito jeito. Tal como já referi em posts anteriors, cortei recentemente o cabelo curtinho e com o frio que está, o boné sempre aquecia-me a cabeça e orelhas. E agora "rien". Enfim, lá o perdi em Lisboa, na zona do Oriente, certamente caíu-me do bolso do casaco de ganga e só depois no comboio dei conta. Já o mesmo se passou há uns meses no parque de estacionamento do Vasco da Gama, onde perdi um cachecol oferecido pela minha irmã. Tinha-o deixado de pendura na alsa da mala e quando dei conta, não o vi mais. Que desatino e pior que tudo, que frio que ando agora a rapar até encontrar um novo boné que eu goste.
:( Alguém o viu??
As ocorrências estranhas desta semana
Esta minha semana foi farta em situações estranhas, umas mais que outras. Mas como não quero tornar nisto num testamento, vou apenas referir algumas.
1)Parece que temos um novo DJ de serviço na nossa linha de atendimento. Ainda não me calhou a atender, mas ao que tudo indica, depois do nosso DJ de música pimba, agora há um fulano qualquer que teima em nos ligar e dá-nos música clássica. Enfim, pancadas para todos os gostos.
2) Estava eu numa destas noites, em pleno Macdonalds da Avenida de Roma, com um amigo, à espera de sermos atentidos, quando uma qualquer adolescente asquerosa do género chunga proveniente de Chelas ou assim, com uma oxigenação de cabelo muito má mesmo, a deixar ver e bem as raizes escuras do seu cabelo, sai-se com a seguinte expressão "Estou a morrer de calor". Ela estava na fila ao meu lado para ser atendida e nisto começa a correr de forma sonora o fecho eclair do seu casaco para chamar a atenção de quem a rodeava. Enfim, vi triste figura e lá continuei em amena cavaqueira com o meu amigo. Nisto ele é atendido, de repente passo eu a ser atendido quando a tipa, toda descarada põe-se ao meu lado a olhar para mim e diz "Posso-te tirar uma batata??" Meu Deus, que fiz eu para aquela criatura se meter comigo? Imaginem a minha reacção. Fiquei atrapalhadíssimo sem saber o que fazer e queria sair dali e o raio da empregada nunca mais me trazia a garrafa de água que pedi. E ela insiste "Então, posso ou não tirar uma batata?". Lá veio a garrafa e logo saí daquele cénario de terror e a tipa a olhar para mim. Óh meu Deus, com tanto gajo ali, porque haveria ela ter engraçado logo comigo??!!
3)Sexta-feira, lá ia eu a caminho do meu emprego, quando olho para o o chão e vejo uma moedita. Lá apanhei os 2 cêntimos (dinheiro é dinheiro e já sei que sou forreta) e pensei em ir de imediato jogar no euromilhões. Apostei 2 euros, mas uma vez mais a sorte não quis nada comigo. Acertei numa estrela e número, mas como se sabe, só isso não dá direito a prémio algum. Para a semana lá estarei a tentar de novo.
4)Ontem, a noite teve também uns episódios caricatos. O primeiro já não me espanta em nada. Uma vez mais perdi-me pelas ruas de Lisboa. Lá fui eu até ao Campo Pequeno buscar um amigo para jantar, eram 19h20 quando estava a chegar, mas ao virar à esquerda, em vez de ir para a rua que vai dar às traseiras da Praça do Campo Pequeno, enfio-me pelo túnel e imaginem, quando dou por mim estava em Telheiras. Não faço ideia como lá fui parar. Só pensei "já que me perdi não vou ficar aqui à espera, tenho que tentar descobrir o caminho de volta". O facto é que ainda mais perdido em Telheiras, vi uma placa a dizer "Pontinha"/Estrada de Benfica" e pensei "Ora, se conseguir chegar ao Colombo, consigo orientar-me". E assim foi, fui ter ao Colombo, 2ª Circular e lá consegui chegar de novo ao Campo Pequeno e apanhar o meu amigo eram 19h44. Eu ao volante, é uma aventura que nunca mais acaba.
A outra situação caricata ocorreu já em pleno Bairro Alto. Estava eu e amigos meus dentro de um bar, quando eu e um deles viemos um pouco para a rua arejar devido ao fumo de tabaco e calor que se fazia sentir lá dentro. O estranho foi eu ver alguém ali a passar por mim, aquela hora da noite. Vou resumir a situação. Digamos que uma certa pessoa na casa dos 50's que conheço relativamente bem da minha terrinha (não ocupasse ele o cargo de edil), andava a passear em pleno Bairro Alto eram uma e tal da manhã, apenas acompanhado do cão. Toda a gente desta santa terra conhece as tendências do senhor e não é o facto de já ter sido casado 4 vezes e ter 3 filhos que lhe fazem esquecer a fama. Ora bem, eu que já trabalhei com o senhor há uns 3 anos e já lhe fiz imensas entrevistas quando trabalhei na área do jornalismo, é normal que o conheça e como bem educado que fui pelos meus pais, ele ao passar por mim, disse-lhe "Boa noite". Ele também respondeu, mas apercebi-me que não me reconheceu. É verdade que a rua estava escura e eu tenho um look novo, mas o senhor poderia ter-me respondido e ter desaparecido. Mas não. Depois desta cena, subiu e desceu 4 vezes a rua a passear o "lulu", não sei se numa de ver quem eu era, ou não me admiro nada, a tentar engatar o jovem desconhecido, alto e espadaúdo (que modéstia) que meteu conversa com ele. Enfim, narrei tal situação aos meus pais que se riram e disseram "há mesmo velhos tristes que fazem com cada cena".
1)Parece que temos um novo DJ de serviço na nossa linha de atendimento. Ainda não me calhou a atender, mas ao que tudo indica, depois do nosso DJ de música pimba, agora há um fulano qualquer que teima em nos ligar e dá-nos música clássica. Enfim, pancadas para todos os gostos.
2) Estava eu numa destas noites, em pleno Macdonalds da Avenida de Roma, com um amigo, à espera de sermos atentidos, quando uma qualquer adolescente asquerosa do género chunga proveniente de Chelas ou assim, com uma oxigenação de cabelo muito má mesmo, a deixar ver e bem as raizes escuras do seu cabelo, sai-se com a seguinte expressão "Estou a morrer de calor". Ela estava na fila ao meu lado para ser atendida e nisto começa a correr de forma sonora o fecho eclair do seu casaco para chamar a atenção de quem a rodeava. Enfim, vi triste figura e lá continuei em amena cavaqueira com o meu amigo. Nisto ele é atendido, de repente passo eu a ser atendido quando a tipa, toda descarada põe-se ao meu lado a olhar para mim e diz "Posso-te tirar uma batata??" Meu Deus, que fiz eu para aquela criatura se meter comigo? Imaginem a minha reacção. Fiquei atrapalhadíssimo sem saber o que fazer e queria sair dali e o raio da empregada nunca mais me trazia a garrafa de água que pedi. E ela insiste "Então, posso ou não tirar uma batata?". Lá veio a garrafa e logo saí daquele cénario de terror e a tipa a olhar para mim. Óh meu Deus, com tanto gajo ali, porque haveria ela ter engraçado logo comigo??!!
3)Sexta-feira, lá ia eu a caminho do meu emprego, quando olho para o o chão e vejo uma moedita. Lá apanhei os 2 cêntimos (dinheiro é dinheiro e já sei que sou forreta) e pensei em ir de imediato jogar no euromilhões. Apostei 2 euros, mas uma vez mais a sorte não quis nada comigo. Acertei numa estrela e número, mas como se sabe, só isso não dá direito a prémio algum. Para a semana lá estarei a tentar de novo.
4)Ontem, a noite teve também uns episódios caricatos. O primeiro já não me espanta em nada. Uma vez mais perdi-me pelas ruas de Lisboa. Lá fui eu até ao Campo Pequeno buscar um amigo para jantar, eram 19h20 quando estava a chegar, mas ao virar à esquerda, em vez de ir para a rua que vai dar às traseiras da Praça do Campo Pequeno, enfio-me pelo túnel e imaginem, quando dou por mim estava em Telheiras. Não faço ideia como lá fui parar. Só pensei "já que me perdi não vou ficar aqui à espera, tenho que tentar descobrir o caminho de volta". O facto é que ainda mais perdido em Telheiras, vi uma placa a dizer "Pontinha"/Estrada de Benfica" e pensei "Ora, se conseguir chegar ao Colombo, consigo orientar-me". E assim foi, fui ter ao Colombo, 2ª Circular e lá consegui chegar de novo ao Campo Pequeno e apanhar o meu amigo eram 19h44. Eu ao volante, é uma aventura que nunca mais acaba.
A outra situação caricata ocorreu já em pleno Bairro Alto. Estava eu e amigos meus dentro de um bar, quando eu e um deles viemos um pouco para a rua arejar devido ao fumo de tabaco e calor que se fazia sentir lá dentro. O estranho foi eu ver alguém ali a passar por mim, aquela hora da noite. Vou resumir a situação. Digamos que uma certa pessoa na casa dos 50's que conheço relativamente bem da minha terrinha (não ocupasse ele o cargo de edil), andava a passear em pleno Bairro Alto eram uma e tal da manhã, apenas acompanhado do cão. Toda a gente desta santa terra conhece as tendências do senhor e não é o facto de já ter sido casado 4 vezes e ter 3 filhos que lhe fazem esquecer a fama. Ora bem, eu que já trabalhei com o senhor há uns 3 anos e já lhe fiz imensas entrevistas quando trabalhei na área do jornalismo, é normal que o conheça e como bem educado que fui pelos meus pais, ele ao passar por mim, disse-lhe "Boa noite". Ele também respondeu, mas apercebi-me que não me reconheceu. É verdade que a rua estava escura e eu tenho um look novo, mas o senhor poderia ter-me respondido e ter desaparecido. Mas não. Depois desta cena, subiu e desceu 4 vezes a rua a passear o "lulu", não sei se numa de ver quem eu era, ou não me admiro nada, a tentar engatar o jovem desconhecido, alto e espadaúdo (que modéstia) que meteu conversa com ele. Enfim, narrei tal situação aos meus pais que se riram e disseram "há mesmo velhos tristes que fazem com cada cena".
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Só agora é que avisam??!!!!!
Maioria dos consumidores desconhece
Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório
Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multas e até pena de prisão
Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.
O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».
O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».
Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita».
Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros
«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF.
O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»
Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento.
Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os proprietários negarem os direitos dos consumidores».
(in www.agenciafinanceira.iol.pt)
Pagamento dos aperitivos nos restaurantes não é obrigatório
Proprietários que não respeitem Lei incorrem em multas e até pena de prisão
Quando se senta na mesa de um restaurante e começa a consumir os «couverts», também conhecidos por aperitivos ou entradas disponíveis, saiba que não tem de os pagar.
O alerta foi feito esta terça-feira pelo presidente da Associação Portuguesa dos Direitos do Consumo (APDC), Mário Frota, que, em declarações à Agência Financeira, assumiu haver «uma ignorância das pessoas a esse respeito», pelo que «a maioria delas deixa passar, continuando a pagar».
O responsável adianta ainda que «o consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes, sem ser pedido, mesmo que seja consumido».
Em geral, o «couvert» define-o a Lei, é «todo o conjunto de alimentos e aperitivos fornecidos antes do início da refeição, propriamente dita».
Cobrar «couvert» pode levar a coima até 35 mil euros
«Os proprietários dos estabelecimentos estão convencidos que, tratando-se de um uso de comércio, que esse uso tem força de Lei. Mas o que eles ignoram é que a lei do consumo destrói essa ideia porque tem normas em contrário», disse Mário Frota à AF.
O facto é que, no particular do direito à protecção dos interesses económicos do consumidor, a Lei 24/96, de 31 de Julho, ainda em vigor, estabelece imperativamente: «O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa.»
Daí que, em rigor, o «couvert» desde que não solicitado, tem de ser entendido como oferta sem que daí possa resultar a exigência de qualquer preço, antes se concebendo como uma gentileza da casa, algo de gracioso a que não corresponde eventual pagamento.
Num futuro próximo, «pode ser que se assista à inversão do cenário se as pessoas começarem a reivindicar os seus direitos, caso contrário, pode haver problemas, se os proprietários negarem os direitos dos consumidores».
(in www.agenciafinanceira.iol.pt)
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Sexta-feira diferente
Pois é, esta minha sexta-feira foi diferente como há muito tempo já não tinha.
Depois de tentar convidar alguns meus "amigos do sushi" a quererem ir jantar, lá fui eu sozinho a um restaurante japonês que conhecia, mas de almoço, ali para os lados do Saldanha. É claro que é muito mais divertido em grupo e em convívio, mas quando não há, paciência. Lá fui então ver o buffet que eles têm à noite para não só opinar, mas dizer aos meus amigos se vale ou não a pena lá ir. Digamos que o menú é praticamente igual ao da Junqueira, e com isto até me refiro aos pratos e fotografias que nele constam, é verdade. Uma vez mais comi quase até rebentar e quando foi para pagar é que foi o pior. Fiquei tão atrapalhadíssimo. De repente dou conta que só tinha 5 euros e tal na carteira e o Cartão Multibanco ficou no carro porque paguei a portagem com ele e esqueci-me dele lá. Nunca me tinha acontecido tal. De início fiquei sem saber o que fazer, mas depois lá tentei explicar ao senhor nipónico que tinha o carro ao virar da esquina da rua (o que até era verdade) e que tinha deixado o cartão lá e que as minhas coisas ficavam ali e que eu voltava já, já. Ele aceitou e lá fui eu a correr e cheíssimo da silva, a faltar-me o folêgo até ao carro. E depois lá voltei e paguei. Mas enfim. O jantar estava óptimo e certamente vou voltar. O menú é 1 euro mais caro do que no da Rua da Junqueira, mas sendo este último mais longe, vai dar ela por ela com o dinheiro que gasto em gasolina. Ah, e fecha mais tarde.
Depois disso lá fui ao cinema sozinho, até me juntar a malta amiga da noite. Estava indeciso entre ver o último filme do Tim Burton e a "Expiação" (que ainda quero ir ver) e no final decidi-me por outra película fui ver o "Jumper". Digamos que o filme é engraçadeco dentro do género, mas nada de extraordinário. Mas gostei de algumas cenas, efeitos especiais, do poder de teletransportação que não me importava de ter e claro está, do actor...
Entretanto saí do cinema e juntei-me a uns amigos num bar no Bairro Alto e posteriomente zarpamos ao Maria Lisboa, que uma vez mais, à sexta-feira, é fracote. A DJ d serviço desta noite também não ajuda muito, mas ainda nos divertimos imenso e dançamos e rimos, foi um fartote. Resultado? Cheguei a casa eram 7h00 da manhã, ou seja, tive quase acordado 24 horas seguidas. Não é muito complicado perceber o que passei a fazer Sábado e Domingo, pois não? A dormir e descansar.
Depois de tentar convidar alguns meus "amigos do sushi" a quererem ir jantar, lá fui eu sozinho a um restaurante japonês que conhecia, mas de almoço, ali para os lados do Saldanha. É claro que é muito mais divertido em grupo e em convívio, mas quando não há, paciência. Lá fui então ver o buffet que eles têm à noite para não só opinar, mas dizer aos meus amigos se vale ou não a pena lá ir. Digamos que o menú é praticamente igual ao da Junqueira, e com isto até me refiro aos pratos e fotografias que nele constam, é verdade. Uma vez mais comi quase até rebentar e quando foi para pagar é que foi o pior. Fiquei tão atrapalhadíssimo. De repente dou conta que só tinha 5 euros e tal na carteira e o Cartão Multibanco ficou no carro porque paguei a portagem com ele e esqueci-me dele lá. Nunca me tinha acontecido tal. De início fiquei sem saber o que fazer, mas depois lá tentei explicar ao senhor nipónico que tinha o carro ao virar da esquina da rua (o que até era verdade) e que tinha deixado o cartão lá e que as minhas coisas ficavam ali e que eu voltava já, já. Ele aceitou e lá fui eu a correr e cheíssimo da silva, a faltar-me o folêgo até ao carro. E depois lá voltei e paguei. Mas enfim. O jantar estava óptimo e certamente vou voltar. O menú é 1 euro mais caro do que no da Rua da Junqueira, mas sendo este último mais longe, vai dar ela por ela com o dinheiro que gasto em gasolina. Ah, e fecha mais tarde.
Depois disso lá fui ao cinema sozinho, até me juntar a malta amiga da noite. Estava indeciso entre ver o último filme do Tim Burton e a "Expiação" (que ainda quero ir ver) e no final decidi-me por outra película fui ver o "Jumper". Digamos que o filme é engraçadeco dentro do género, mas nada de extraordinário. Mas gostei de algumas cenas, efeitos especiais, do poder de teletransportação que não me importava de ter e claro está, do actor... Entretanto saí do cinema e juntei-me a uns amigos num bar no Bairro Alto e posteriomente zarpamos ao Maria Lisboa, que uma vez mais, à sexta-feira, é fracote. A DJ d serviço desta noite também não ajuda muito, mas ainda nos divertimos imenso e dançamos e rimos, foi um fartote. Resultado? Cheguei a casa eram 7h00 da manhã, ou seja, tive quase acordado 24 horas seguidas. Não é muito complicado perceber o que passei a fazer Sábado e Domingo, pois não? A dormir e descansar.
Miradouros
Pois é, não sei se já se aperceberam mas finalmente as obras do Miradouro de Santa Engrácia, perdão, S. Pedro de Alcântara terminaram. Levaram anos e anos, mas até foi por uma boa causa. O local está lindíssimo. Tudo muito arranjadinho e restaurado, com uma fantástica vista pela cidade Lisboa e agora com um jardim para passear durante uma tarde de fim-de-semana, ou quem sabe como eu, já mesmo à noite. Adorei rever aquele mapa da cidade de Lisboa num mosaico e tentar perceber ao longe onde ficavam certas referências lá descritas. Já no jardim, que fica num patamar/varanda abaixo, fez-se um passeio agradável, onde além de estar uma fonte muito engraçada a imitar um curso de água natural (com imenso cheiro a cloro, diga-se), podemos encontrar diversos bustos em pedra, de várias figuras da história de Portugal. Vale a pena visitar.Entretanto, aproveitei para visitar também outros 2 miradouros de Lisboa, o da Graça e outro que me esqueci agora do nome(oops), a convite de um amigo, que além de me permitir ver a paisagem da capital à noite em diferentes pontos de vista, fez-me verificar que também estes estão a precisar de um arranjinho. Um deles inclusive estava cheio de sangue no fresco em que tem o tal mapa da cidade. Mas parecia que estava a adivinhar tal situação porque vi entretanto uma notícia na "Visão" a referir precisamente que todos os miradouros de Lisboa vão ser restaurados. Boas novidades, então. Agora só espero que não levem tanto tempo como o de S. Pedro de Alcantâra.
Deixo aqui umas fotos (desculpem a má qualidade) do já restaurado miradouro para abrir o apetite para uma visita.
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