Há quem diga que Hayao Miyazaki é um génio. Não sei se o posso considerar como tal. Ainda assim, gosto muito do seu trabalho. Ele ainda é dos que consegue transpôr para a realidade dos desenhos animados um mundo de fantasia, com esperança na humanidade. Faz-nos sonhar com uma vida feliz, sem máluca, algo raro hoje em dia, já que a maioria dos desenhos animados actuais transbordam maldade e violência.
Este senhor ainda tem o condão de me fazer abstrair dos problemas do dia a dia e recuperar bem lá do fundo o meu lado de criança feliz e sorridente.
Recomendo também este seu último trabalho.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A minha música para este Verão
Para mim é mesmo a música perfeita para este Verão.
Dá vontade de bater o pé, movimentar o corpo ao ritmo e batida da música, de sair à noite e dançar até cair de cansaço.
David Guetta Feat. Kelly Rowland - When Love Takes Over
Dá vontade de bater o pé, movimentar o corpo ao ritmo e batida da música, de sair à noite e dançar até cair de cansaço.
David Guetta Feat. Kelly Rowland - When Love Takes Over
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Quem canta, os seus males espanta (antes assim o fosse)
Depois da opinião mais que mediática da senhora que pretende ser primeira-ministra de Portugal, eis que esta semana, nada mais nada menos que sua excelência, o Imperador (para não dizer ditador) da Região Autónoma da Madeira veio a público dizer que o casamento homossexual não faz parte dos valores defendidos pela Madeira. Um atentado contra a "família". Foi neste contexto que me recordei de uns vídeos que vi há uns aninhos e que aqui deixo. Às vezes rir é o melhor remédio para atenuar disparates como este.
Sua Alteza D. João Alberto, tenha juízo, por favor!!!
O Vídeo em defesa da "família"
LOS HAPPINESS-Amo a Laura pero esperaré hasta el matrimonio)
E a paródia, pois claro
Los Fuckiness - Me peto a Laura
Sua Alteza D. João Alberto, tenha juízo, por favor!!!
O Vídeo em defesa da "família"
LOS HAPPINESS-Amo a Laura pero esperaré hasta el matrimonio)
E a paródia, pois claro
Los Fuckiness - Me peto a Laura
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Eco ou gaguês?
Não consigo perceber se a entrevistada tem 1 problema de gaguês ou alguma voz do outro mundo dentro dela que a faz parecer ter um eco. Estará possuída?
quinta-feira, 21 de maio de 2009
MyBrute
Para quem gosta de relaxar e não tiver muito que fazer (ou seja, desocupado como eu), eis um jogo on-line engraçado que aqui deixo.
É muito simples: só têm que criar uma personagem e diariamente lutar contra adversários. Mas são lutas particularmente fáceis, já que o resultado é escolhido pelo computador. Podemos considerar uma espécie de versão moderna do Tamagochi (não sei se estão recordados). Só têm que dar um pouco de atenção e lutar todos os dias para evoluir e aumentar as suas capacidades, truques e armas.
A parte gira da coisa é que se um dia estiverem chateados com alguém que também tenha a sua personagem (o seu bruto), é descarregar uma luta contra essa pessoa.
Eheh, eu sei de alguém que já deu virtualmente um encherto de porrada num dos chefes (cof cof)
Bom, se estiverem interessados inscrevam-se e ja agora, tornem-se meus pupilos em
http://MagicTale.mybrute.com e divirtam-se
PS: Para os mais "intelectualmente ocupados", sim, este jogo é idiota e não acrescenta nada à vida... mas para relaxar... who cares :P
É muito simples: só têm que criar uma personagem e diariamente lutar contra adversários. Mas são lutas particularmente fáceis, já que o resultado é escolhido pelo computador. Podemos considerar uma espécie de versão moderna do Tamagochi (não sei se estão recordados). Só têm que dar um pouco de atenção e lutar todos os dias para evoluir e aumentar as suas capacidades, truques e armas.
A parte gira da coisa é que se um dia estiverem chateados com alguém que também tenha a sua personagem (o seu bruto), é descarregar uma luta contra essa pessoa.
Eheh, eu sei de alguém que já deu virtualmente um encherto de porrada num dos chefes (cof cof)
Bom, se estiverem interessados inscrevam-se e ja agora, tornem-se meus pupilos em
http://MagicTale.mybrute.com e divirtam-se
PS: Para os mais "intelectualmente ocupados", sim, este jogo é idiota e não acrescenta nada à vida... mas para relaxar... who cares :P
terça-feira, 12 de maio de 2009
És mesmo uma verdadeira brasa
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Slipping Through My Fingers
Às vezes tenho esta sensação de mim mesmo.
Quero agarrar certas coisas e elas escapam-se.
E pensar que na infância a vida era tão mais simples.
Quero agarrar certas coisas e elas escapam-se.
E pensar que na infância a vida era tão mais simples.
domingo, 27 de abril de 2008
Começos
Há coisas que se iniciam estranhamente,
muitas vezes num acto inconsciente.
Numa visão, num olhar.
Durante um sonho, ou mesmo ao acordar.
Numa ilusão, num pensamento,
num som nítido ou numa brisa de vento.
Numa linha, frase ou palavra.
Numa chuva, no mar, numa ribeira brava.
Num rabisco, num traço sem intenção,
uma marca que posteriormente nos chama a atenção.
Num cumprimento, num abraço,
em momentos de timidez e embaraço.
Há coisas assim sem explicação:
umas vezes terminam bem, outras não.
muitas vezes num acto inconsciente.
Numa visão, num olhar.
Durante um sonho, ou mesmo ao acordar.
Numa ilusão, num pensamento,
num som nítido ou numa brisa de vento.
Numa linha, frase ou palavra.
Numa chuva, no mar, numa ribeira brava.
Num rabisco, num traço sem intenção,
uma marca que posteriormente nos chama a atenção.
Num cumprimento, num abraço,
em momentos de timidez e embaraço.
Há coisas assim sem explicação:
umas vezes terminam bem, outras não.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
(Prima) Ma Donna
E eis que amanhã lá estarei ...... Para uma noite dedicada a Madonna.
E também esta irei dançar... como diriam uns amigos meus "TANTO!"
E também esta irei dançar... como diriam uns amigos meus "TANTO!"
quarta-feira, 23 de abril de 2008
(Ser) Humano
Sou Humano...
Sou Humano, com virtudes e defeitos,
em dias felizes, outros imperfeitos.
Sou Humano, com tristeza e alegria,
com momentos de saúde e agonia.
Sou Humano...
Cometo erros, outras vezes acerto.
Umas vezes tímido, outras um livro aberto.
Tenho sentimentos e emoções.
Vivo umas vezes a realidade, outras ilusões.
Choro e rio,
sinto calor humano, mas também frio.
Amo e destesto
Vivo o presente, mas penso também no resto.
Para o bem e para o mal sou humano, não sou perfeito.
Sou humano e pronto.
Sou humano, ponto.
Tales
Sou Humano, com virtudes e defeitos,
em dias felizes, outros imperfeitos.
Sou Humano, com tristeza e alegria,
com momentos de saúde e agonia.
Sou Humano...
Cometo erros, outras vezes acerto.
Umas vezes tímido, outras um livro aberto.
Tenho sentimentos e emoções.
Vivo umas vezes a realidade, outras ilusões.
Choro e rio,
sinto calor humano, mas também frio.
Amo e destesto
Vivo o presente, mas penso também no resto.
Para o bem e para o mal sou humano, não sou perfeito.
Sou humano e pronto.
Sou humano, ponto.
Tales
Bloguistas ao jantar
E eis que decorreu no passado dia 19 de Abril, um jantar que tentou reunir muitos bloguistas num mesmo espaço, em Lisboa. Segundo percebi, houve até quem viesse de longe, Coimbra e Porto, para tal evento. Só faltou mesmo os media para dar mais destaque à coisa.A convite do Pinguim e dos Felizes Paulo e Zé, lá fui eu também chamado à convocatória, a qual não poderia de modo algum faltar.
Por lá reencontrei pessoal que já conheço e com quem adoro estar e conheci outros tantos bloguistas e em alguns casos, os seus "respectivos".
Depois das apresentações, lá comemos, brindamos, conversamos e houve ainda uma batalha de pacotes de açúcar em que também participei (sim, confesso que também atirei uns quantos). No final da ceia, tal como podem ver pela foto, os anfitriões brindaram-nos com um vale-cheque de um jantar a decorrer num dia destes, em suas moradias. Just kidding. A oferta foi de uma pequena lembrança, uma espécie de diploma de participação neste jantar.
A noite prosseguiu já em pleno Maria Lisboa, com alguns momentos melhores que outros (conforme o compasso da DJ de serviço), com dança e alguns copos.
Uma vez mais obrigado aos 3 e parabéns pelo sucesso deste jantar. Espero que haja mais e que me convidem.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
A Birra
Não sei se já se têm deparado com tal situação, mas hoje em dia há um fenómeno estranho que a mim me causa cá uns nervos.
É certo que se diz que hoje em dia os ditos "30 anos" são os novos "20's" e por aí adiante. Em certa medida percebe-se a razão. Estuda-se até mais tarde, casa-se mais tarde, filhos também mais tarde e a juntar a tudo isto a economia que também leva muita gente a sair de casa dos pais mais tarde. Mas este novo modo de viver da sociedade não tem que levar os ditos adultos a se comportarem como crianças e adolescentes e a terem crises de birrice aguda e amuo. Mas há cada vez mais. Se se chateiam com algo ou se a estas almas algo é contradito ou a vontade não feita, eis que a birra ataca. E a partir daí acham que se tornam seres superiores ao não falar com as pessoas, ou a fazer cenas tipo vingançazinha do chinês. É uma espécie do "toma... toma.." que nunca mais acaba. É que não há pachorra e se eu não pretendo ter filhos também para não ter que aturar cenas assim, não estou para aturar filhos de outros, ainda por cima com 20s e 30s e muitos anos, com ataques infantilóides destes.
Cresçam, e apareçam.
Aqui fica a dedicatória
A BIRRA
Bate-lhes. bate-lhes frequentemente
Como a quem a chamam, enfim.
Será a birra, a mesma de sempre?
A Birra é certamente
Mais uma daquelas que parece não ter fim.
É certo que se diz que hoje em dia os ditos "30 anos" são os novos "20's" e por aí adiante. Em certa medida percebe-se a razão. Estuda-se até mais tarde, casa-se mais tarde, filhos também mais tarde e a juntar a tudo isto a economia que também leva muita gente a sair de casa dos pais mais tarde. Mas este novo modo de viver da sociedade não tem que levar os ditos adultos a se comportarem como crianças e adolescentes e a terem crises de birrice aguda e amuo. Mas há cada vez mais. Se se chateiam com algo ou se a estas almas algo é contradito ou a vontade não feita, eis que a birra ataca. E a partir daí acham que se tornam seres superiores ao não falar com as pessoas, ou a fazer cenas tipo vingançazinha do chinês. É uma espécie do "toma... toma.." que nunca mais acaba. É que não há pachorra e se eu não pretendo ter filhos também para não ter que aturar cenas assim, não estou para aturar filhos de outros, ainda por cima com 20s e 30s e muitos anos, com ataques infantilóides destes.
Cresçam, e apareçam.
Aqui fica a dedicatória
A BIRRA
Bate-lhes. bate-lhes frequentemente
Como a quem a chamam, enfim.
Será a birra, a mesma de sempre?
A Birra é certamente
Mais uma daquelas que parece não ter fim.
domingo, 23 de março de 2008
Namoros
De facto não se pode estar descansado. E eu que nem sou uma figura pública.
Não pode uma pessoa dar-se melhor com alguém que há logo alguém a dizer que aquelas duas pessoas têm uma relação de namoro ou assim.
No meu caso, ao que parece, já tive dois namorados nos últimos tempos, quem diria.
Apenas sou um bom amigo, nada mais, nem sequer amizades coloridas existiram ou vão existir. Mas tanto os amigos de um, como os do outro, lá porque nos encontramos muitas vezes, nos consideram como namorados.
Eu de momento quero é viver a minha vida. Já cheguei a essa conclusão: que se por enquanto não surgir alguém, tento ser feliz à minha maneira, mesmo que sozinho. E é por isso que por vezes vou jantar fora sozinho, vou ao cinema sozinho. Quero aproveitar a minha vida ao máximo e saber que estou a viver e aproveitar as coisas boas da vida. Algumas acontecimentos/coisas despertaram-me esta atitude recentemente. A morte de um parente no ano passado, o filme "PS: I love you" e a recente notícia de uma amiga de um amigo meu que lhe dão pouco tempo de vida. Sim, sorrio todas as manhãs ao Sol que de manhã apanho no comboio, sim tiro prazer de tudo o que como e gosto, sim, tudo porque felizmente estou vivo.
E quanto a namoros, se tiver que acontecer, acontece. Por vezes há pessoas que se cruzam connosco que nos fazem bater um pouco o coração e levar a imaginar um futuro a dois. Mas é certo que se não der, não dá. Tenta-se investir, mas não desesperar.
Amanhã é sempre mais um dia...
Não pode uma pessoa dar-se melhor com alguém que há logo alguém a dizer que aquelas duas pessoas têm uma relação de namoro ou assim.
No meu caso, ao que parece, já tive dois namorados nos últimos tempos, quem diria.
Apenas sou um bom amigo, nada mais, nem sequer amizades coloridas existiram ou vão existir. Mas tanto os amigos de um, como os do outro, lá porque nos encontramos muitas vezes, nos consideram como namorados.
Eu de momento quero é viver a minha vida. Já cheguei a essa conclusão: que se por enquanto não surgir alguém, tento ser feliz à minha maneira, mesmo que sozinho. E é por isso que por vezes vou jantar fora sozinho, vou ao cinema sozinho. Quero aproveitar a minha vida ao máximo e saber que estou a viver e aproveitar as coisas boas da vida. Algumas acontecimentos/coisas despertaram-me esta atitude recentemente. A morte de um parente no ano passado, o filme "PS: I love you" e a recente notícia de uma amiga de um amigo meu que lhe dão pouco tempo de vida. Sim, sorrio todas as manhãs ao Sol que de manhã apanho no comboio, sim tiro prazer de tudo o que como e gosto, sim, tudo porque felizmente estou vivo.
E quanto a namoros, se tiver que acontecer, acontece. Por vezes há pessoas que se cruzam connosco que nos fazem bater um pouco o coração e levar a imaginar um futuro a dois. Mas é certo que se não der, não dá. Tenta-se investir, mas não desesperar.
Amanhã é sempre mais um dia...
sexta-feira, 14 de março de 2008
Ausência justificada - I'm back
Peço desculpa a todos por me ter ausentado, durante a última semana, da blogoesfera. Mas a culpa não foi minha. Estive sem Internet em casa e no emprego a maioria dos sites (incluindo os blogs) são de acesso restrito.
Foi uma semana de desespero sem poder visitar blogues que tanto gosto, bem como de "postar" (para alguns até se calhar foi um alívio, imagino, nomeadamente para um tal de anónimo, enfim).
Quanto à net, lá voltou, isto depois de ter que me chatear bastante com a empresa em questão. O que me valeu é que fiquei com todas as condições que antes tinha e com um tarifário mais barato em 10 euros mensais. Isto porque até ameacei anular o serviço porque eles não resolviam o problema que me criaram no servidor local (ao que entendi pelas desculpas deles). Bom, mas tudo acabou bem e eles lá fizeram-me esta proposta pelo incómodo causado.
Portanto, voltei e em breve a ver se retomo os meus posts e claro, visito outros blogues e deixo os meus comentários.
Até breve
Tales
Foi uma semana de desespero sem poder visitar blogues que tanto gosto, bem como de "postar" (para alguns até se calhar foi um alívio, imagino, nomeadamente para um tal de anónimo, enfim).
Quanto à net, lá voltou, isto depois de ter que me chatear bastante com a empresa em questão. O que me valeu é que fiquei com todas as condições que antes tinha e com um tarifário mais barato em 10 euros mensais. Isto porque até ameacei anular o serviço porque eles não resolviam o problema que me criaram no servidor local (ao que entendi pelas desculpas deles). Bom, mas tudo acabou bem e eles lá fizeram-me esta proposta pelo incómodo causado.
Portanto, voltei e em breve a ver se retomo os meus posts e claro, visito outros blogues e deixo os meus comentários.
Até breve
Tales
quinta-feira, 6 de março de 2008
Step by step
E eis que aconteceu o esperado. Hoje chamaram-me e deram-me os parabéns. Fui promovido, fui eu quem fiquei com a posição à qual me chamaram para candidatar. Sim estou deveras contente e entusiasmado com o novo lugar, mas um pouco triste pela minha colega. Ela merecia-o bem mais que eu e não é apenas uma prova escrita que deveria ser o factor da escolha.
Disseram-me que a minha prova estava óptima, muito melhor que a dela, e que sou pró-activo, não gosto de tempos mortos e estar parado. E que sou assíduo e pontual. E que gostaram do meu texto, que escrevo bem (eu sei que o faço melhor quando tenho mais tempo, ao contrário por vezes dos textos que publico aqui) e que só agora ao reverem o meu currículo perceberam que já trabalhei em jornalismo, daí possívelmente o meu gosto pela redacção e escrita. Eu próprio sei que tenho dias e possivelmente o dia da prova foi um desses mesmo. Mas sinto pena da minha colega.
Quanto à esta nova posição tem coisas boas e más. Para já não fico vinculado à empresa, mas estou com um contrato mais estável, a ganhar mais, incluindo um extra devido ao meu horário. Pois é, agora vou trabalhar até ao final da noite. E as férias, essas, acho que também vão ser adiadas. Mas foi a oportunidade que me ofereceram e tenho que a aproveitar e mostrar que a mereço e dar o meu melhor.
Além do mais sempre ouvi dizer na empresa que é uma sorte conseguir ir trabalhar para aquele departamento, quer pelo trabalho, colegas e chefias que nos tratam como um igual. Vou mesmo tentar dar o meu melhor.
Aguardam-se novos episódios...
Disseram-me que a minha prova estava óptima, muito melhor que a dela, e que sou pró-activo, não gosto de tempos mortos e estar parado. E que sou assíduo e pontual. E que gostaram do meu texto, que escrevo bem (eu sei que o faço melhor quando tenho mais tempo, ao contrário por vezes dos textos que publico aqui) e que só agora ao reverem o meu currículo perceberam que já trabalhei em jornalismo, daí possívelmente o meu gosto pela redacção e escrita. Eu próprio sei que tenho dias e possivelmente o dia da prova foi um desses mesmo. Mas sinto pena da minha colega.
Quanto à esta nova posição tem coisas boas e más. Para já não fico vinculado à empresa, mas estou com um contrato mais estável, a ganhar mais, incluindo um extra devido ao meu horário. Pois é, agora vou trabalhar até ao final da noite. E as férias, essas, acho que também vão ser adiadas. Mas foi a oportunidade que me ofereceram e tenho que a aproveitar e mostrar que a mereço e dar o meu melhor.
Além do mais sempre ouvi dizer na empresa que é uma sorte conseguir ir trabalhar para aquele departamento, quer pelo trabalho, colegas e chefias que nos tratam como um igual. Vou mesmo tentar dar o meu melhor.
Aguardam-se novos episódios...
terça-feira, 4 de março de 2008
Dilemas, dúvidas e ansiedade
Na passada sexta-feira, fui chamado pela minha supervisora que me informou que a responsável dos Recursos Humanos da mina empresa queria falar comigo.
Lá fui, estivemos à conversa numa espécie de entrevista informal, onde segundo ela própria, quis me conhecer. Perguntou sobre a minha experiência profissional até ter chegado à empresa, a minha formação académica, se já me sinto mais à vontade no trabalho, quais as minhas expectativas, em que áreas da companhia gostaria de trabalhar se tivesse essa oportunidade, o que mais gostava e menos gostava no trabalho e sugestões do que poderiamos alterar. Fui o mais sincero possível e respondi a tudo o que me foi perguntado e ao que parece gostou da minha sinceridade (mesmo das críticas e sugestões que fiz).
Resultado? Sem antever tal situação, a minha supervisora ao final do dia avisa-me para rever, durante o fim-de-semana, todos os procedimentos que eu faço ano emprego, isto porque na segunda-feira iria prestar uma prova prática juntamente com uma colega minha, para ver quem ficava com uma vaga que abriu na empresa.
Ora, por um lado fiquei super contente com esta situação, mas por outro triste. E assim vou ficar, seja qual for o final deste episódio. Se não for eu a conseguir esta posição ficarei triste é certo, mas feliz porque a minha colega merece há muito esta oportunidade. Sei do que falo pois é uma das colegas com quem me dou melhor, super profissional, sempre pronta para ajudar os mais novos e inexperientes e não se gaba disso em frente às chefias, ao contrário de colegas meus.
Já se for eu a conseguir o lugar vou ficar contente, mas triste por não ser ela, isto porque a minha colega, tal como já referi, é super profissional, já está há 2 anos na empresa (e eu apenas desde Novembro passado) e é de facto um às naquilo que faz. Mas contou-me que em tempos ficou "queimada" por discussões que chegou a ter com superiores derivado a certas condições de trabalho e que por isso nunca lhe quiseram dar grandes oportunidades. Também eu por vezes me apetece resmungar com tudo e todos derivado às falhas e lentidão dos sistemas com que trabalhamos, mas já percebi que não convém fazê-lo porque senão ficamos mal vistos. Tretas...
É certo que num desabafo e ainda não sabendo a minha colega que ia também ser chamada para a prova (porque nem a quiseram avisar na sexta, apenas ontem), disse à minha supervisora com quem tenho mais proximidade, que seria muito mais lógico e justo dar aquela vaga à minha colega, que o merece bem mais que eu, por aquilo que já deu à empresa e pela experiência que tem. Resposta da minha supervisora: "Não é uma questão de experiência, mas sim de perfil/personalidade". Bom, palavras para quê?
Mas esta situação deixa-me sem dúvida ansioso e em baixo, certamente devido a uma espécie de trauma que tenho. Faz em Maio 2 anos que após várias provas, eu consegui um estágio profissional remunerado na função pública, durante um ano. Claro que fiquei contente. Mas fiquei também triste, isto porque a minha irmã também se tinha candidatado e até teve melhor nota final que eu, mas devido a um erro do Centro de Emprego e Formação Profissional e não dela, foi excluída e acabou por não obter o estágio. Imaginem como fiquei.... e por isso imaginem como me ando a sentir agora.
É verdade que não é ninguém da minha família, mas sim uma nova amiga, mas fez-me lembrar esta situação desconfortável do passado.
Conclusão: Às vezes o mundo não é nada justo. Mas vamos esperar para ver o que acontece.
Lá fui, estivemos à conversa numa espécie de entrevista informal, onde segundo ela própria, quis me conhecer. Perguntou sobre a minha experiência profissional até ter chegado à empresa, a minha formação académica, se já me sinto mais à vontade no trabalho, quais as minhas expectativas, em que áreas da companhia gostaria de trabalhar se tivesse essa oportunidade, o que mais gostava e menos gostava no trabalho e sugestões do que poderiamos alterar. Fui o mais sincero possível e respondi a tudo o que me foi perguntado e ao que parece gostou da minha sinceridade (mesmo das críticas e sugestões que fiz).
Resultado? Sem antever tal situação, a minha supervisora ao final do dia avisa-me para rever, durante o fim-de-semana, todos os procedimentos que eu faço ano emprego, isto porque na segunda-feira iria prestar uma prova prática juntamente com uma colega minha, para ver quem ficava com uma vaga que abriu na empresa.
Ora, por um lado fiquei super contente com esta situação, mas por outro triste. E assim vou ficar, seja qual for o final deste episódio. Se não for eu a conseguir esta posição ficarei triste é certo, mas feliz porque a minha colega merece há muito esta oportunidade. Sei do que falo pois é uma das colegas com quem me dou melhor, super profissional, sempre pronta para ajudar os mais novos e inexperientes e não se gaba disso em frente às chefias, ao contrário de colegas meus.
Já se for eu a conseguir o lugar vou ficar contente, mas triste por não ser ela, isto porque a minha colega, tal como já referi, é super profissional, já está há 2 anos na empresa (e eu apenas desde Novembro passado) e é de facto um às naquilo que faz. Mas contou-me que em tempos ficou "queimada" por discussões que chegou a ter com superiores derivado a certas condições de trabalho e que por isso nunca lhe quiseram dar grandes oportunidades. Também eu por vezes me apetece resmungar com tudo e todos derivado às falhas e lentidão dos sistemas com que trabalhamos, mas já percebi que não convém fazê-lo porque senão ficamos mal vistos. Tretas...
É certo que num desabafo e ainda não sabendo a minha colega que ia também ser chamada para a prova (porque nem a quiseram avisar na sexta, apenas ontem), disse à minha supervisora com quem tenho mais proximidade, que seria muito mais lógico e justo dar aquela vaga à minha colega, que o merece bem mais que eu, por aquilo que já deu à empresa e pela experiência que tem. Resposta da minha supervisora: "Não é uma questão de experiência, mas sim de perfil/personalidade". Bom, palavras para quê?
Mas esta situação deixa-me sem dúvida ansioso e em baixo, certamente devido a uma espécie de trauma que tenho. Faz em Maio 2 anos que após várias provas, eu consegui um estágio profissional remunerado na função pública, durante um ano. Claro que fiquei contente. Mas fiquei também triste, isto porque a minha irmã também se tinha candidatado e até teve melhor nota final que eu, mas devido a um erro do Centro de Emprego e Formação Profissional e não dela, foi excluída e acabou por não obter o estágio. Imaginem como fiquei.... e por isso imaginem como me ando a sentir agora.
É verdade que não é ninguém da minha família, mas sim uma nova amiga, mas fez-me lembrar esta situação desconfortável do passado.
Conclusão: Às vezes o mundo não é nada justo. Mas vamos esperar para ver o que acontece.
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