Fez esta semana 3 anos que vi esta gaja fantástica no Pavilhão Atlântico. Esteve a pouquissimos metros de mim, foi um delírio. Adoro-a, adoro-a, adoro-a.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
Fim-de-semana catastrófico
Este fim-de-semana foi um disparate... de comida. Deve ser por isso que ainda me sinto cheissimo. Se na sexta lá fui jantar, todo entusiasmado a um restaurante japonês que ainda não conhecia, ontem fui a um rodízio. Portanto, foi só manducar até vir a mulher da fava rica.
Começando pelo início, sexta-feira, como referi, fui para os lados de Belém jantar num japonês, onde ao pagar 17 euros, podia comer de tudo e repetir e repetir e repetir. Era só escolher os pratos e iguarias da culinária nipónica (isto, entre os que faziam parte do cardápio daquele menú) e dizer às meninas que nos serviam os que queriamos, e elas passados minutos lá vinham trazer aquelas coisinhas todas à mesa. E enfim, comeu-se e comeu-se e eu sozinho, no final, ainda pedi mais umas coisinhas para mim. Confesso, fiquei a abarrotar. E eu a pensar que ia ficar por ali, quando fui com um grupo de amigos para um bar beber um copo, e trouxeram-nos uns aperitivos. Resultado: não me fiz rogado e também comi, não é?
Já ontem, num jantar de ex-colegas, lá fomos a um rodízio, onde voltei a comer imenso. Montes de entradas e depois lá está, batata frita, arroz, banana frita e feijão preto e obviamente, carradas de carne. Para finalizar, um excelente leite creme.
Já hoje, depois destes enormes estragos, lá pensei, vou comer coisinhas simples. Ora com certeza que sim. Imaginem o que foi o meu almoço? Dobrada. Ou seja, mais um prato levezinho, não é? Já o jantar foi uma sopinha de legumes e um hamburger. Mas porque não me contenho, irra.
Mais vale alimentar um burro a pão-de-ló.
Começando pelo início, sexta-feira, como referi, fui para os lados de Belém jantar num japonês, onde ao pagar 17 euros, podia comer de tudo e repetir e repetir e repetir. Era só escolher os pratos e iguarias da culinária nipónica (isto, entre os que faziam parte do cardápio daquele menú) e dizer às meninas que nos serviam os que queriamos, e elas passados minutos lá vinham trazer aquelas coisinhas todas à mesa. E enfim, comeu-se e comeu-se e eu sozinho, no final, ainda pedi mais umas coisinhas para mim. Confesso, fiquei a abarrotar. E eu a pensar que ia ficar por ali, quando fui com um grupo de amigos para um bar beber um copo, e trouxeram-nos uns aperitivos. Resultado: não me fiz rogado e também comi, não é?
Já ontem, num jantar de ex-colegas, lá fomos a um rodízio, onde voltei a comer imenso. Montes de entradas e depois lá está, batata frita, arroz, banana frita e feijão preto e obviamente, carradas de carne. Para finalizar, um excelente leite creme.
Já hoje, depois destes enormes estragos, lá pensei, vou comer coisinhas simples. Ora com certeza que sim. Imaginem o que foi o meu almoço? Dobrada. Ou seja, mais um prato levezinho, não é? Já o jantar foi uma sopinha de legumes e um hamburger. Mas porque não me contenho, irra.
Mais vale alimentar um burro a pão-de-ló.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Ossos do ofício
Depois de quase um mês de formação, eis me finalmente em produção. Aos poucos começo a entrar na coisa e ganhando alguma prática nas minhas tarefas.
E já com 3 dias de trabalho, algumas situações caricatas entretanto ocorrem, isto no que respeita ao atendimento de clientes por telefone.
A destacar uma chamada de um senhor do Alentejo profundo com 78 anos, que bem mais do que querer a pestação dos nossos serviços, quis conversar, certamente porque se sentia só. E falou, falou. Enfim, eu e uma colega já não podiamos com ele e já na parte do questionário quando lhe perguntamos o estado civil (que não percebeu à primeira o que aquilo era), simplesmente diz "Ah menina, sou solteiro mas ainda continuo à espera de uma boa companhia", ao que a minha colega põe o telefone em modo "mute" e desabafa alto e em bom som "pudera, chato como és, ninguém te atura".
Uma situação também muito caricata, é a de um qualquer tuga sem nada que fazer, que liga para os nossos serviços e simplesmente gosta de nos dar música, e falo no sentido literal mesmo. Atendemos e põe música, quase sempre pimba para desgosto nosso. Se ainda fosse outro género, ainda o mantinhamos um pouco em linha, sempre nos entretia. Agora assim, dispensamos.
Há ainda os meninos rabinos que nos ligam com dados falsos e a se quererem passar por adultos, afim de darem o número de telemóvel de alguém para lhes pregarem uma partida. Só que têm azar porque a voz de criança deles denuncia-os logo. Onde já se ouviu alguém com quase 40 anos e ter voz de 6 ou 7 anos.
Mas enfim, a pior das histórias caricatas ocorreu hoje e cometida por mim enquanto atendia um cliente. Muito inocentemente, tal como já aconteceu inúmeras vezes, leio em silêncio a questões a fazer ao cliente, antes de lhas perguntar em voz alta. Quando não há necessidade, não as coloco e respondo eu. Só que eu li algo sem pensar. Foi do melhor: "O senhor podia me dizer qual o sexo da sua esposa, por favor?" Ao que o cliente responde de uma forma simpática: "Felizmente que conferi tudo antes de me casar com ela". Instantaneamente pensei... "já fiz asneira". Mas tive sorte, o senhor desatou-se a rir imenso e percebeu que eu fiquei atrapalhado e não levou a mal a situação.
E já com 3 dias de trabalho, algumas situações caricatas entretanto ocorrem, isto no que respeita ao atendimento de clientes por telefone.
A destacar uma chamada de um senhor do Alentejo profundo com 78 anos, que bem mais do que querer a pestação dos nossos serviços, quis conversar, certamente porque se sentia só. E falou, falou. Enfim, eu e uma colega já não podiamos com ele e já na parte do questionário quando lhe perguntamos o estado civil (que não percebeu à primeira o que aquilo era), simplesmente diz "Ah menina, sou solteiro mas ainda continuo à espera de uma boa companhia", ao que a minha colega põe o telefone em modo "mute" e desabafa alto e em bom som "pudera, chato como és, ninguém te atura".
Uma situação também muito caricata, é a de um qualquer tuga sem nada que fazer, que liga para os nossos serviços e simplesmente gosta de nos dar música, e falo no sentido literal mesmo. Atendemos e põe música, quase sempre pimba para desgosto nosso. Se ainda fosse outro género, ainda o mantinhamos um pouco em linha, sempre nos entretia. Agora assim, dispensamos.
Há ainda os meninos rabinos que nos ligam com dados falsos e a se quererem passar por adultos, afim de darem o número de telemóvel de alguém para lhes pregarem uma partida. Só que têm azar porque a voz de criança deles denuncia-os logo. Onde já se ouviu alguém com quase 40 anos e ter voz de 6 ou 7 anos.
Mas enfim, a pior das histórias caricatas ocorreu hoje e cometida por mim enquanto atendia um cliente. Muito inocentemente, tal como já aconteceu inúmeras vezes, leio em silêncio a questões a fazer ao cliente, antes de lhas perguntar em voz alta. Quando não há necessidade, não as coloco e respondo eu. Só que eu li algo sem pensar. Foi do melhor: "O senhor podia me dizer qual o sexo da sua esposa, por favor?" Ao que o cliente responde de uma forma simpática: "Felizmente que conferi tudo antes de me casar com ela". Instantaneamente pensei... "já fiz asneira". Mas tive sorte, o senhor desatou-se a rir imenso e percebeu que eu fiquei atrapalhado e não levou a mal a situação.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Sarah McLachlan - Answer
Há umas semanas ouvi este tema da Sarah McLachlan num blog de uns amigos (Comyxtura) e adorei. Não conhecia, mas ao ouvir senti-me nas nuvens. Vindo de quem vem não me espantou, isto porque adoro a Sarah. Excelente compositora e interprete. Aqui fica para quem não conhece.
OK!
OK! A partir de hoje é oficial.
OK! Mais uma nova etapa começa.
OK! A ver se aos poucos, desta vez, lá consigo acertar no caminho.
OK! Já consegui recuperar um pequeno pedaço, de uma das coisas que tinha perdido.
OK! Agora é ganhar coragem para prosseguir, lutar por algo.
OK! Talvez seja o fio de luz ao fundo do túnel que eu precisava para me manter vivo.
OK! Talvez seja a partir de agora que as coisas vão tender a melhorar.
OK!
OK!
OK!
OK! Vou tentar ser positivo.
OK! Mais uma nova etapa começa.
OK! A ver se aos poucos, desta vez, lá consigo acertar no caminho.
OK! Já consegui recuperar um pequeno pedaço, de uma das coisas que tinha perdido.
OK! Agora é ganhar coragem para prosseguir, lutar por algo.
OK! Talvez seja o fio de luz ao fundo do túnel que eu precisava para me manter vivo.
OK! Talvez seja a partir de agora que as coisas vão tender a melhorar.
OK!
OK!
OK!
OK! Vou tentar ser positivo.
domingo, 18 de novembro de 2007
Sonhos
Seguindo mais um desafio para o qual fui convocado, pelos meninos do blog Felizes Juntos, vou falar dos meus sonhos possíveis e impossíveis, que gostava de realizar.
O primeiro, o mais simples e ao mesmo tempo complicado de todos: ser feliz com alguém para sempre.
A nível profissinal, dar a minha voz a uma estação de rádio e fazer aquilo que sempre sonhei, ser locutor, quem sabe um dia a oportunidade não surge.
Depois gostava de ter uma casinha minha, para a partilhar com a tal pessoa que referi no início do sonho.
Se falar um pouco mais alto, sei lá gostava de ter uma habitação tipo castelo (ou mesmo um) com mobília a condizer, ao género dos reis e em simultâneo uma casinha na cidade, tipo loft ou assim. Mas uma casinha simples para ser feliz, serve.
E pronto, assim de repente, este é o meu sonho.
Passo o desafio à AllenGirll, ao Arms, ao Brama, à Suspeita e ao X&F.
O primeiro, o mais simples e ao mesmo tempo complicado de todos: ser feliz com alguém para sempre.
A nível profissinal, dar a minha voz a uma estação de rádio e fazer aquilo que sempre sonhei, ser locutor, quem sabe um dia a oportunidade não surge.
Depois gostava de ter uma casinha minha, para a partilhar com a tal pessoa que referi no início do sonho.
Se falar um pouco mais alto, sei lá gostava de ter uma habitação tipo castelo (ou mesmo um) com mobília a condizer, ao género dos reis e em simultâneo uma casinha na cidade, tipo loft ou assim. Mas uma casinha simples para ser feliz, serve.
E pronto, assim de repente, este é o meu sonho.
Passo o desafio à AllenGirll, ao Arms, ao Brama, à Suspeita e ao X&F.
Os vossos animais também são assim?
Eis que há uns dias vi este video num blog e adorei, fartei-me de rir e atrevi-me a pô-lo aqui no meu. Foi no blog Felizes Juntos, e espero que os meninos do blog não levem a mal eu também pôr o vídeo aqui, mas achei que valia a pena, isto porque mais pessoas o irão ver, acho.
Quanto ao vídeo em si, fez-me lembrar um pouco o Garfield. Mas o facto é que os meus gatos fazem cenas muito parecidas a estas (tirando a última, claro), mas não só pela manhã, mas também a meio da noite. São muito esfomeados, os pequenos. E os vossos animais, fazem também figuras destas?
Quanto ao vídeo em si, fez-me lembrar um pouco o Garfield. Mas o facto é que os meus gatos fazem cenas muito parecidas a estas (tirando a última, claro), mas não só pela manhã, mas também a meio da noite. São muito esfomeados, os pequenos. E os vossos animais, fazem também figuras destas?
Damien Rice - The Blower's Daughter
Não conhecia esta música, ouvi-a há pouco e adorei. Esta situação decorreu depois de ter ouvido uma versão em brasileiro com a Ana Carolina e Seu Jorge, intitulada "É isso aí". E se com essa versão fiquei nostalgico e sei lá, um pouco triste, ao ouvir o Damien Rice, chorei mesmo uma ou outra lágrima, de tal beleza e simplicidade da música, aquilo que ela transmite.
Eu gosto de temas assim, que nos fazem pensar na vidam no que ela nos dá e não dá, que nos leva a ter todo o tipo de sensações, até mesmo chorar. Sim porque todas as sensações num ser são óptimas e devem acontecer, ajudam-nos a libertar, quer seja por exemplo a rir ou a chorar.
Ok, não pretendo com isto provocar uma cheia, embora já tenha ouvido dizer que este Inverno até vai ser pouco chuvoso e mau para a agricultura, mas espero que se deixem sentir tocados com esta música, tal como eu fui.
Eu gosto de temas assim, que nos fazem pensar na vidam no que ela nos dá e não dá, que nos leva a ter todo o tipo de sensações, até mesmo chorar. Sim porque todas as sensações num ser são óptimas e devem acontecer, ajudam-nos a libertar, quer seja por exemplo a rir ou a chorar.
Ok, não pretendo com isto provocar uma cheia, embora já tenha ouvido dizer que este Inverno até vai ser pouco chuvoso e mau para a agricultura, mas espero que se deixem sentir tocados com esta música, tal como eu fui.
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